xerocando

Ando empolgada com estamparia e tenho dedicado um bom tempo testando algumas técnicas caseiras que vejo por aí. Essa do xerox me deixou super cética.

Primeiro imprimi e tirei xerox de algumas imagens que achei nesse site. Tem que ser pb, porque colorido, dizem que não dá certo. Não testei colorido mas confiei e tirei xerox pb.

Cortei uma das imagens e com a ajuda de um cotonete, passei tiner atrás do papel.

Depois é só tirar o papel com cuidado.

TA-DA!

Quase nem acreditei que deu certo! A imagem fica bem mais apagada, e eu testei em um tecido tingido pra ver se pegava também no pedaço já colorido. E pega!

Mas a dica é: tem que fazer uma boa pressão quando passar o cotonete e segurar bem o papel para ele não ficar levantando. Quando eu não fiz isso, não pegou direito:

Quase nem dá pra ver que tem alguma coisa ali, né? Parece uma sujeira só… =S

Mas alguns ficam tão legais que não dá vontade de parar de fazer.

Eu só parei porque tiner é uma coisa muito agressiva, pra ser usado em ambiente bem ventilado, e de preferência, de luva e máscara.

Também ouvi dizer que impressão caseira só com tinta preta funciona. Eu testei, mas aqui não rolou, talvez com outra impressora funcione.

Agora vou lá criar estampas para xerocar!

This entry was posted on quarta-feira, julho 27th, 2011 at 19:09 and is filed under arte, design, projetos especiais, Sem categoria, tutorial. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

4 Responses to “xerocando”

  1. admilson Says:

    muito interessante.
    Tem que passar algum produto para nao apagar a imagem do tecido quando for lavado?

  2. Bazar Ando Says:

    sabe que eu não testei ainda? Passei na água e ficou ali, firme e forte. Mas não usei sabão. Depois que eu fizer o teste, te conto.

  3. admilson Says:

    ok, achei a tecnica muito interessante

  4. Bazar Ando » Blog Archive » puxando Says:

    [...] Pedi para a Ju me mandar um bilhete para o cartão e os dizeres “minha dinda querida”, escritos de próprio punho. Com o “minha dinda querida”, eu fiz um caderno pequeno personalizado, usando essa técnica aqui. [...]

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